Companheiros, reflitamos sobre este hipotético cenário.
Bolsonaro perde a eleição. Aparece triste numa live reconhecendo a derrota, agradecendo os milhões de votos e a confiança do povo brasileiro. Com voz altiva diz que devido as complicações das cirurgias pós-facada, vai atender recomendações médicas e se tratar nos EUA, mas mesmo de lá estará trabalhando na oposição ao nefasto governo Lula 3, sempre aconselhando seus filhos e políticos do seu grupo.
No dia seguinte convida Lula no Planalto pra conversar sobre as tratativas da transição. Os dois tiram foto na saída do Planalto, Lula sorrindo e ele sério. Na coletiva, diz que perder faz parte do jogo. Mas como estadista que é, em nome de seus eleitores e pelo bem do Brasil que tanto ama, irá orar pelo bem da Nação.
Bolsonaro desmobiliza todos os seus eleitores e, em 1º de janeiro de 2022, passa a faixa para Lula. Faz uma nova live agradecendo os votos e vai pros EUA.
Vida boa nos EUA
O ex-presidente estaria morando numa mansão em Las Vegas, Seus redimentos na poupança, dos R$ 19 milhões que recebeu de pix, dariam a ele US$ 17.500 dólares por mês, que adicionando os seus salários e aposentadores, somariam US$ 36 mil mensais, até o fim da sua vida, com uma nova esposa gringa. Michele assumiria seu namoro com o maquiador, ex-gay.
No Brasil, Eduardo Bolsonaro se prepararia para a seu eleição ao Senado em 2026. Carluxo viraria Deputado Federal.
Todos os crimes dele seriam esquecidos em alguns meses. Teria feito acordos com a justiça e nem seria mais investigado. Ninguém mais falaria das mais de 700 mil mortes por covid. Nem da venda de joias, nem de corrupção com pastor, nem da propina nas vacinas, nem dos crimes de responsablidade, nem dos calores de precatórios, desemprego, gasolina de R$ 9…
Mas a ídole do criminoso falou mais alto
Mas não. O imbecil incentivou seus eleitores a protestarem nas estradas. A irem pra porta de quartéis pedir Golpe de Estado. Armou esquema com militares para vender presentes do governo. Falsifica cartão de vacina.
Arquitetou um Golpe de Estado. Imprimiu a minuta do Golpe e apresentou aos chefes das Forças Armadas. Preparou plano para matar o presidente da República, o Ministro do STF, Alexandre de Moraes. O vice pesidente eleito Alckmin e até o pobre do José Dirceu.
Insuflou seus eleitores a destruírem Brasília no dia da diplomação. Planejaram explodir uma bomba em aeroporto de Brasília em pleno Natal. Destruiram torres de energia e se preparam para invadir os Palácios dos Três Poderes e quebrar tudo no 8 de janeiro.
Diante de tudo isso, virou réu. Mandou seu filho Eduardo pros EUA pedir pro Trump retaliar o Brasil e financiou essa tentativa óbvia de Obstrução de Justiça e crimes de lesa Pátria. Seu líder espiritual, Malafaia, foi um dos planjeadores desse esquema.
As consequências dos seus crimes
- Hoje, está preso em casa. Sendo chamado de Traíra pelo próprio filho que mandou mensagem pra ele, mandando um singelo VTNC, que não tenho nem coragem de discorrer sobre essa fala.
- Sua mulher não pode assumir o amante e deve se candidatar contra sua vontade, por força do ex-amante dela.
- Seus filhos estão todos sendo investigados por diversos crimes.
- Os crimes da COVID reapareceram.
- Colocou as Forças Armadas umas contra as outras.
- Seus comparsas fardados estão sendo presos, um a um.
- Seus asseclas políticos lutam pelo seu espólio sem nem se importar com sua carcaça.
- Seu filho Eduardo não pode voltar ao país porque será preso e provavelmente nunca mais o verá pessoalmente. Suas contas bancárias e de sua esposa, bloqueadas. A única coisa que conseguiu foram as sanções dos EUA contra o Brasil e contra o Ministro Alexandre de Moraes.
E pra piorar sua situação, a reação de Lula as chantagens de Trump viraram exemplo para o mundo. Aumentou a popularidade do governo e fez crescer suas intenções de voto para a reeleição.
Isso não é burrice. É só a natureza dos criminosos
Meu pai, policial, ensina:
O bandido só é preso porque não sabe a hora de parar. A ideia de facilidade do roubo deixa ele preso num ciclo de “só vou parar se me pegarem”.
Só que um dia pegam.
E essa psicologia que se aplica a qualquer pivete de rua, se aplica aos grandes criminosos, como Jair Bolsonaro e sua quadrilha, também.